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Vale do São Francisco, 22 de Novembro de 2017
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Postado em 02/08/2017 às 15:40
Combustíveis: Cade rejeita proposta de compra da ALE pela Ipiranga

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou nesta quarta-feira (2), por unanimidade, a compra da distribuidora de combustíveis Ale pela Ipiranga.

O relator do processo, conselheiro João Paulo de Resende, chegou a sugerir algumas condições para que a operação fosse aprovada, mas as empresas não aceitaram.

A Ipiranga anunciou a compra da Ale em junho de 2016, por R$ 2,17 bilhões.

Em fevereiro, a Superintendência-Geral do Cade afirmou, em relatório, que a operação poderia resultar em elevação de preços dos combustíveis na distribuição e na revenda devido ao aumento do poder de mercado da Ipiranga e da elevação da possibilidade de atuação coordenada das empresas do setor.

Com a compra, a Ipiranga consolidaria sua posição como segunda maior distribuidora do país, atrás da BR Distribuidora, passando a ter cerca de 25% do mercado de venda de gasolina.

A Ale possui uma rede de aproximadamente 2 mil postos e 260 lojas de conveniência, enquanto a Ipiranga detém mais de 7 mil postos e quase duas mil lojas.

Em nota, a Ale afirmou que a decisão do Cade "chancela a importância da história de sucesso" da empresa e "comprova a força e a relevância da rede revendedora e da marca da companhia."

"A ALE está saudável, coesa, bem posicionada e sólida e conta com o comprometimento de sua equipe de profissionais e dos seus acionistas para dar continuidade aos seus negócios, à prestação de serviços de alta qualidade e à excelência no relacionamento com a revenda, com os fornecedores e demais parceiros", diz a nota.

 

O que propôs o relator

 

A proposta do relator, que não foi aceita pelas empresas, incluía a venda de toda a operação da rede Ale em 12 estados.

Nesses estados, afirmou o relator, a fusão entre as operações da Ipiranga e da Ale seria potencialmente problemática. Esses 12 mercados representam 65% de toda a operação da Ale.

As empresas chegaram a apresentar uma outra proposta ao Cade, mas a maioria dos conselheiros entendeu que a solução das empresas não era definitiva. A proposta das empresas permaneceu em sigilo e não foi divulgada pelo conselho.

 




G1 Economia
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