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Vale do São Francisco, 20 de Novembro de 2017
Seja Bem Vindo
Postado em 17/04/2017 às 06:00
O amor dói?

O poeta lusitano Luís Vaz de Camões, nascido no Século XVI, definiu o amor como “fogo que arde sem se ver”; Shakespeare retratou o amor em sua obra máxima “Romeu e Julieta” já no final do século XVI, um amor que na impossibilidade de ser vivido escolheu a morte. 

Na atualidade, ainda, se cultiva a ideia de amor que dói, que causa sofrimento, não é à toa que as músicas mais tocadas nas rádios estão ligadas ao ritmo musical conhecido como “sofrência”.

Vale ressaltar, que a psicologia não preocupa-se em interferir nas relações afetivas, nem em julgá-las, mas em esclarecer os danos causado por uma relação que traga sofrimento ao ser humano. 

“Consideramos relevante tratar de um tipo de amor que provoca, para muitos, sofrimento psíquico, ansiedade e que em muitas situações preenchem sessões de psiquiatria [...] o amor patológico. ” [1] Pois, um amor com dependência ocasiona ao indivíduo diversos males na sua vida pessoal e até profissional.

A pessoa que sofre de dependência afetiva, vê no outro a única possibilidade de felicidade, não consegue traçar planos futuros sem a presença do outro ser amado. Ele, o amante, apresenta no geral baixa autoestima, não se enxerga capaz de refazer a vida sozinho. E essa dependência afetiva, tendo muitas vezes raízes em traumas da infância, ao invés de aproximar o parceiro, acaba o afastando. Sendo assim, para se ter um relacionamento prazerosos para ambos, é fundamental a procura de um profissional para tratar essa dependência.

Para os leitores que se interessaram e, quiserem se aprofundar mais sobre o assunto, segue o link do artigo “amor com dependência: um olhar sobre a teoria do apego”, da psicóloga Soraia Rodrigues em parceria com o Dr. Anderson Chalhub, disponível em:

< http://www.psicologia.pt/artigos/textos/TL0155.pdf> .

 

Guadalupe Braga

Psicóloga Cognitivo comportamental

 


[1] RODRIGUE, Soraia; Chalhub. Amor com dependência: um olhar sobre a teoria do apego, portal dos psicólogos, 2009. 

 




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COMENTÁRIOS / 9 Comentários


Adalberto Jordão da Silva
Postado em 18 de Abril de 2017 às 23:52
Artigo bem atual e revelador, que pode abrir olhos e ouvidos de muitas pessoas que vivem alguma dependência afetiva, sem saber que as causas estão nos traumas traumas da infância. A disponibilidade dessa área da Psicologia vai contribuir muito para solucionar os problemas desse tipo de relacionamento vivido por muitos casais. Parabéns, meu abraço e minha bênção, desejando a você muito sucesso em sua vida pessoal e profissional.
Marcelo de Aquino Freire
Postado em 17 de Abril de 2017 às 18:54
Muito interessante o tema abordado! Gostei muito e ficou muito bem explicado! Parabéns!
Cristiane Lourenço
Postado em 17 de Abril de 2017 às 15:15
Ótimo texto! Amar não é ser dependente do outro.
Cristiane Lourenço
Postado em 17 de Abril de 2017 às 15:13
Ótimo texto! Amar não é ser depende do outro!
Expedito Meira
Postado em 17 de Abril de 2017 às 11:15
Muito bom,Q o Sr Jesus Cristo , continue te abençoando .
Ana Karla
Postado em 17 de Abril de 2017 às 11:06
As vezes nos deparamos em situações como essa.... É sempre bom ler essas informações, nos ajuda no fortalecimento para uma nova etapa de vida. Parabéns Guadalupe pelo seu trabalho. Ana
Ana Karla
Postado em 17 de Abril de 2017 às 11:05
As vezes nos deparamos em situações como essa.... É sempre bom ler essas informações, nos ajuda no fortalecimento para uma nova etapa de vida. Parabéns Guadalupe pelo seu trabalho. Ana
Sidney Amorim Pires
Postado em 17 de Abril de 2017 às 10:27
Muito interessante o tema, principalmente a questão da dependência amorosa. Pois uma pessoa que não se sente querida pelo seu parceiro acaba adoecendo e, dificilmente chega a admitir seu sofrimento. Sendo assim acaba se prejudicando em todas as áreas de sua vida. Muitos sofrem em silêncio por vergonha de procurar ajuda profissional. Uma dica:, Antes de amar alguém, ame a si mesmo e não cobre nada de quem você ama. Criar expectativa é pior ainda.
stefania rodrigues braga
Postado em 17 de Abril de 2017 às 08:48
Texto muito bom! Guadalupe é uma excelente profissional!!
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