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Vale do São Francisco, 20 de Novembro de 2017
Seja Bem Vindo
Postado em 30/05/2017 às 07:52
Procrastinação, a vilã da produtividade.

Por Guadalupe Braga

 

(Imagem de divulgação - internet)

 

Em algum momento de nossas vidas, já procrastinamos. Ou seja, o ato de protelar: a entrega de um trabalho, o término de um projeto, a execução de atividades cotidianas. Alguma identificação? Esse comportamento é mais comum do que imaginamos, esporadicamente, procrastinar não significa ser um problema, afinal, temos nossos momentos de desmotivação, no entanto, para um grupo de pessoas, a procrastinação é a vilã na vida desse sujeito, que limita e prejudica de tal maneira que, vagarosamente, vem impedido sua capacidade de desfrutar uma vida satisfeita e bem realizada. Existe um efeito cumulativo na procrastinação: quando você finalmente completa uma tarefa, note que outras aparecem para tomar o seu lugar.

O que quero clarificar aqui, é a relação existente entre os nossos comportamentos de procrastinação com as nossas crenças.

Nossas crenças regulam e determinam nossos pensamentos e ações, fato é que a mudança pessoal tem início na crença, e, posteriormente, reflete no comportamento.

Essas crenças são primárias e arraigadas dizem respeito a visão de mundo: como vemos a nós mesmos, a outras pessoas e o futuro" (GREENBERGER & PADESKY, p.26, 1999).

Essas regras elaboradas são geradas no período do desenvolvimento, através das interpretações que o indivíduo faz a cerca de seu ambiente, nas relações sociais e interpessoais do seu mundo. São utilizadas pelos indivíduos para lidar com situações regulares de maneira a refrear todo o complexo quando uma situação é nova (RANGÉ, 2001a).  

A procrastinação é auto sabotadora, note que um indivíduo que, quando criança (período de internalizar suas crenças), realizava alguma atividade e, nesse momento, ouviu de seus responsáveis críticas reforçando negativamente seu comportamento, aprende que é incapaz de realizar a tarefa, e de ser bem sucedido. Interiorizando que é não é digno de completar a tarefa.

Como sair dessa retroalimentação? A busca por um profissional especialista mostrará formas de resolver esse comportamento. Porém, algumas orientações são válidas:

  • Examine se não está sendo perfeccionista com autocrítica e pensamentos autodepreciativos.
  • Faça o seu melhor e não o dos outros. 


Cuidado com os pensamentos e as crenças que depreciam. Ex: não vou tentar porque já sei que não sou capaz.

  • Reestruture seus pensamentos e crenças negativas. 
  • Substitua esses pensamentos e crenças negativas por positivas e produtivas.

 

 

 

 

 

 

 




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COMENTÁRIOS / 1 Comentários


Sidney Amorim Pires
Postado em 30 de Maio de 2017 às 09:48
Todo eu...sem mais palavras.
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